sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Radiestesia

A Radiestesia é uma técnica utilizada desde a pré-história com o nome de Rabdomancia. A Rabdomancia significava adivinhação através da vara; enquanto a Radiestesia significa sensibilidade aos raios ou a radiação. Na antiguidade, sua finalidade era a de descobrir água no subsolo através da varinha. O profeta Moisés a utilizava através do cajado. As técnicas radiestésicas eram perseguidas fortemente por serem consideradas bruxaria. Na França a Radiestesia teve seu apogeu com o abade Bouly com a colaboração do abade Bayard, que além de criar esta palavra, realizou sua legislação no Congresso de Avigñon em 1933. No ano seguinte é criada a Associação Internacional de Médicos Radiestesistas, ligada a Academia de Medicina de Paris. A grande revolução no âmbito radiestésico se iniciou com o abade Mermet do final de século XIX até 1937, com uma base de disciplina coerente, ordenada, racional e desprovida de situações misteriosas e confusas. Sabe-se que a Radiestesia utiliza a nossa percepção sensorial a nível biopsicofísico para captar, medir, registrar todas as manifestações energéticas de origem mineral, animal e humana, através de instrumentos de medição que ampliam nossas reações neuro-musculares através dos seguintes instrumentos:
- o “Pêndulo” (diversos tipos) para conhecermos de imediato a resposta daquilo que temos dúvida, como por exemplo, localizar pessoas e objetos desaparecidos, diagnósticos das doenças e da vitalidade das pessoas, identificação do sexo de crianças e animais antes do nascimento. Seus tipos são: Cônico ou prumo, Testemunho, Cone virtual, Egípcio, Cromático, Scripto, Neutro, etc.
- a “Forquilha” para descobrirmos água e minerais no subsolo.
- o “Dual-Rod” para fazermos medições energéticas de ambientes, pessoas e objetos de modo a identificarmos que tipo de impregnação energética ocorreu.
- o “Aurímetro” para medição da aura, identificando onde se encontram localizados os desequilíbrios ou buracos áuricos.

Artigo extraído do livro “Radiestesia Prática” de Dirceu Galhardi.

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